Uma das tendências do mundo globalizado, e que não é exceção no Brasil, é o desapego das tarefas manuais, gradativamente substituídas por processos automatizados. Não é novidade pra ninguém: o tempo tornou-se escasso. Então, o que era feito de modo quase que artesanal, acaba sendo acelerado ao máximo.
Nossos hábitos, mesmo os mais simples, refletem esse conceito. Vivemos do pré-cozido, do pré-montado, do produto final.
Para uma parcela considerável da população, já virou luxo sentar-se à mesa e almoçar tranquilamente, ou fazer a própria comida por exemplo. Você já pensou nisso? O homem pós-moderno não faz a própria comida.
Precisamos mudar a estratégia evangelística. Precisamos aprender com Jesus.