Iniciando a série “Ignorância, um mal herdado?” vamos falar hoje sobre a ignorância a respeito da adoração. Pra isso vamos usar alguns textos bíblicos, visando o esclarecimento a respeito dos aspectos que envolvem tanto a adoração de hoje como a do Antigo Testamento. Não queremos criticar sua forma de adoração ou sua prática religiosa. Esse post tem o propósito de fazer você refletir sobre seus conceitos: são baseados na palavra? Têm fundamento? Ou foram herdados sem questionar? Acompanhe:
Quero te convidar a voltar o pensamento à época de Moisés. Há no Antigo Testamento vários textos a respeito da adoração. Primeiramente, vamos à Levítico:
“E chamou o SENHOR a Moisés, e falou com ele da tenda da congregação, dizendo: Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando algum de vós oferecer oferta ao SENHOR, oferecerá a sua oferta de gado, isto é, de gado vacum e de ovelha.” Cap. 1, vv. 1,2
A razão pela qual escolhi este versículo como base de comparação é que o Livro de Levítico é considerado como: “O Livro do Culto”, porque ele trata, nos mínimos detalhes, como deveria ser a liturgia do culto e como deveriam ser oferecidas as ofertas no culto. O livro de Levítico “limita” o culto ao que a Lei dada pelo próprio Deus dispõe. O SENHOR se preocupou em orientar detalhadamente a forma de adoração, desde a oferta que seria oferecida a Ele, passando pela roupa do Sacerdote que seria o mediador até a ordem dos objetos no Templo. Ou seja, havia quando, como e onde adorar a Deus.
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E quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa. 


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